Que absurdamente fofo o post do blog Meu Canto Minha Prosa, amei. Entrem no http://meucantominhaprosa.blogspot.com/2011/08/carinho.html para ver o que é a doçura que ela coloca no jantar da família. Eu sou a pessoa que mais ama acho refeições com queridos, essa é a tradução do sentimento na mesa (sei, frase brega total, mas a vida precisa de um pouco de breguice).
A todos desejo um pouquinho de breguice nesta semana!
Aqui é um lugar de reunir todas as coisinhas que gosto em um só lugar. Crafts, viagens, comidinhas, coisinhas simples e felizes, como café com bolinho recém saído do forno!
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Muitas muitas coisas...
A vida é cíclica, está em constante evolução. Na maior parte das situações, muito mais rápido do que conseguimos absorver. Certas coisas, no entanto, nos remetem sempre aos mesmos sentimentos, a lembranças queridas e preciosas que sempre estarão lá, imutáveis.
Há construções, há lugares, há sentimentos, há relações nos quais tudo ao redor deles gira, envelhece, amadurece, se deteriora ou mesmo é restaurado. Mas eles continuam lá, intactos, da mesma forma que sempre foram.
Assim também são algumas amizades. Nós evoluímos, crescemos, aprendemos, inúmeras mudanças, mas a relação está lá, o sentimento continua intocado, o mesmo, sagrado. Algumas amizades são construídas desde sempre, desde que me lembro. Sempre estiveram lá, como uma família que não mora na mesma casa. Outras um pouco mais recentes, mas ainda assim sólidas, bem estruturadas. Amizades, estas, fazem parte da construção de valores, que ensinaram, que diminuíram a dor da queda e aumentaram a alegria em todas as demais situações. Amizades queridas e leais, cuja essência não pode ser descrita, como essa querida mocinha aí embaixo, a Lola. Que fez parte de um domingo delicioso, aliás, com pessoas que não poderia descrever sem cair em clichês e ainda assim não faria jus a importância delas.
Mudando um pouquinho de assunto, esse final de semana fiz uma coisa muito gostosa. Desde sempre vou com minha família a Prawer, em Gramado. É um dos lugares mais queridos para mim, o cheiro indescritível de chocolate no ambiente me remete a inúmeras viagens adoráveis com meus pais. As fotos são novas, mas as imagens são exatamente as mesmas desde que me lembro. E o garçom (que é a cara do Pedro Cardoso) também está lá desde sempre. Este ano abriu uma pequena franquia aqui em Caxias, no Shopping San Pellegrino. Of course, não é exatamente o mesmo waffle que o de Gramado, mas ainda assim foi uma tarde deliciosa com ele, a cobertura de chocolate e minha mama.
Finalizo com meu cantinho divertido, onde me aventuro no mundo do Do it yourself. Fico fazendo coisas ao mesmo tempo em que os dois gatinhos do prédio em frente ao meu se revezam na janela para ventilar e os passarinhos namoram na horta dos vizinhos.... Just perfect.
Há construções, há lugares, há sentimentos, há relações nos quais tudo ao redor deles gira, envelhece, amadurece, se deteriora ou mesmo é restaurado. Mas eles continuam lá, intactos, da mesma forma que sempre foram.
Assim também são algumas amizades. Nós evoluímos, crescemos, aprendemos, inúmeras mudanças, mas a relação está lá, o sentimento continua intocado, o mesmo, sagrado. Algumas amizades são construídas desde sempre, desde que me lembro. Sempre estiveram lá, como uma família que não mora na mesma casa. Outras um pouco mais recentes, mas ainda assim sólidas, bem estruturadas. Amizades, estas, fazem parte da construção de valores, que ensinaram, que diminuíram a dor da queda e aumentaram a alegria em todas as demais situações. Amizades queridas e leais, cuja essência não pode ser descrita, como essa querida mocinha aí embaixo, a Lola. Que fez parte de um domingo delicioso, aliás, com pessoas que não poderia descrever sem cair em clichês e ainda assim não faria jus a importância delas.
Mudando um pouquinho de assunto, esse final de semana fiz uma coisa muito gostosa. Desde sempre vou com minha família a Prawer, em Gramado. É um dos lugares mais queridos para mim, o cheiro indescritível de chocolate no ambiente me remete a inúmeras viagens adoráveis com meus pais. As fotos são novas, mas as imagens são exatamente as mesmas desde que me lembro. E o garçom (que é a cara do Pedro Cardoso) também está lá desde sempre. Este ano abriu uma pequena franquia aqui em Caxias, no Shopping San Pellegrino. Of course, não é exatamente o mesmo waffle que o de Gramado, mas ainda assim foi uma tarde deliciosa com ele, a cobertura de chocolate e minha mama.
Finalizo com meu cantinho divertido, onde me aventuro no mundo do Do it yourself. Fico fazendo coisas ao mesmo tempo em que os dois gatinhos do prédio em frente ao meu se revezam na janela para ventilar e os passarinhos namoram na horta dos vizinhos.... Just perfect.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Busca
Quando eu era adolescente acreditava que para realizar todas as minhas ambições eu precisaria necessariamente ir para uma cidade super gigantesca e cosmopolita. Ainda adoro cidades grandes e cosmopolitas, mas várias das minhas ambições mudaram totalmente, bem como esta minha crença. Hoje o Charlie ganhou o Super Chef, reality show da Ana Maria Braga. Eu achei tão legal que um guri de Nova Bassano tenha conseguido realizar seu sonho! Sendo que para isso ele veio para apenas para Caxias. Quem diria, a cidade que eu vivi a maior parte da minha existência. E o mais bacana é que ele conseguiu isso sendo um gringuinho chorão.
A gente costuma ter imagens pré concebidas a respeito das pessoas e da vida. Clichês prontos que façam com que nem tentemos conhecer certas pessoas ou experiências em função do que já decidimos que elas serão, mesmo sem olhar para elas com a devida atenção.
Não pensem que este é um post pessimista, muito pelo contrário. Sabe, acho que me libertei de parte disso. Libertei me de certos "pré conceitos", me percebi mais bairrista, buscando mais os aspectos simples da cultura em que fui criada. Simples, mas valorosos, que no final das contas é o que importa no final do dia.
Acho que, no final das contas, podemos ser qualquer coisa em qualquer lugar. Depende mais de nós do que do resto. Posso correr o mundo para buscar, mas na verdade está tudo dentro de mim. Não que a busca não tenha valor, muitas vezes somente através dela que percebemos isso. Mas a essência sempre esteve ali.
Por falar em essência, quando eu era criança adorava brincar com bonecas de papel, que estão praticamente extintas. No site http://www.osegredodovitorio.com/details/LV02/black-apple-paper-doll há um livro caríssimo porém lindíssimo com toda uma historinha relacionada a estas mocinhas, coisa mais fofa da vida. Que vontade de ter guardado algumas da minhas bonequinhas de criança...
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Possibilidades...
A vida tem inúmeras possibilidades. Inúmeras... Não há tempo para todas elas.
Ontem fiz, quem diria, uma aula de patchwork. Nunca pensei que faria uma aula de patchwork. Mas ontem eu fiz. Havia uma senhora lá dizendo que não entendia as pessoas que não queriam viver. Que há tantas coisas bonitas a serem feitas e tão pouco tempo para fazê-las... Realmente. Este ali abaixo é meu primeiro trabalhinho.
Hoje um guri representando Caxias foi para a final do reality show Super Chef, da Ana Maria Braga. Vi uma entrevista com a mãe dele dizendo que ele cuidava de pintinhos em um aviário de Nova Bassano. Achei absolutamente o máximo.
No link http://turismobento.blogspot.com/2011/08/gemellaggio-entre-bento-e-municipios.html li a respeito de um tratado entre Bento Gonçalves e alguns municípios italianos para realização de um intercâmbio de estudantes entre os dois países. 12 estudantes e 02 professores virão para Bento estagiar em restaurantes de gastronomia trentina e churrascarias.
Vi essa imagem no site Ruffled, achei lindo. Quem diria que fotos antigas poderiam ser usadas como objetos de decoração.
Por fim, I love Lucy. Vi um episódio de Tha's 70s show recentemente em que Donna era Lucy e Fez era Ricky Ricardo. Eles estavam sensacionais naquelas roupinhas do passado, o jeito de falar, tudo, foi the best. Imagina que delícia? A possibilidade de colocar um vestidinho rodado e dar um pulinho neste passado hilário de Lucille Ball e Ricky Ricardo....
Eu sei, mil coisas sem nenhuma relação entre elas. Mas mil possibilidades, mil caminhos a serem seguidos, mil coisas a serem feitas...
Ontem fiz, quem diria, uma aula de patchwork. Nunca pensei que faria uma aula de patchwork. Mas ontem eu fiz. Havia uma senhora lá dizendo que não entendia as pessoas que não queriam viver. Que há tantas coisas bonitas a serem feitas e tão pouco tempo para fazê-las... Realmente. Este ali abaixo é meu primeiro trabalhinho.
Hoje um guri representando Caxias foi para a final do reality show Super Chef, da Ana Maria Braga. Vi uma entrevista com a mãe dele dizendo que ele cuidava de pintinhos em um aviário de Nova Bassano. Achei absolutamente o máximo.
No link http://turismobento.blogspot.com/2011/08/gemellaggio-entre-bento-e-municipios.html li a respeito de um tratado entre Bento Gonçalves e alguns municípios italianos para realização de um intercâmbio de estudantes entre os dois países. 12 estudantes e 02 professores virão para Bento estagiar em restaurantes de gastronomia trentina e churrascarias.
Vi essa imagem no site Ruffled, achei lindo. Quem diria que fotos antigas poderiam ser usadas como objetos de decoração.
Por fim, I love Lucy. Vi um episódio de Tha's 70s show recentemente em que Donna era Lucy e Fez era Ricky Ricardo. Eles estavam sensacionais naquelas roupinhas do passado, o jeito de falar, tudo, foi the best. Imagina que delícia? A possibilidade de colocar um vestidinho rodado e dar um pulinho neste passado hilário de Lucille Ball e Ricky Ricardo....
Eu sei, mil coisas sem nenhuma relação entre elas. Mas mil possibilidades, mil caminhos a serem seguidos, mil coisas a serem feitas...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Fofurinhas nº 2
Acho o máximo as pessoas que conseguem ir atrás de um equilíbrio na vida profissional e pessoal. Vejo diversos e inúmeros blogs relacionados a artesanato, a faça você mesma, a comida, e a maior parte destas mulheres tinha alguma carreira super bem sucedida, mas também super bem estressante. Elas optaram por trocar as ambições pelas paixões, que também acabaram lhe proporcionando uma maior qualidade de vida. Eu sei que isso não acontece com frequência, que é extremamente difícil dar certo, que depende de inúmeros fatores, sendo um deles sorte. Mas lendo a revista Make (que eu adoooooro by the way) deste mês vi o ateliê de uma portalegrense, Lu Gastal. Bah, não tem como não sorrir ao entrar neste lugar, pelo menos as fotos da revista são maravilhosas. Fiquei in love. O site dela é http://www.lugastal.com.br/. E a matéria da revista fofíssima. Segue uma fotinho para todos que precisam de inspiração nesta quarta feira gelada. Bye bye!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Old times...
Eu adorei minha faculdade, foi uma época muito bacana. Comecei indo e voltando a Canela três vezes por semana. Ia com a Van do Beto, ele me buscava umas 05h30, bah, dava um sono... E enquanto esperava ele tinha um galo aqui perto de casa que ficava cantando desesperadamente, era a coisa mais engraçada. Depois morei no porão de uma casa meio longe da facul com três gurias. Era um friiiiioooo aqueles dias, o chuveiro não esquentava muito, a gente levava mala com travesseiro e cobertor na garoazinha fina de Canela a pé, era muito engraçado. Nos divertimos para caramba lá, foram seis meses de risadas. Por fim, terminei a facul morando em um predinho na frente da universidade. Esse foi o lugar mais legal. Morávamos num cubículo em quatro, era muito engraçado. Víamos filmes nos dias nublados e gelados na telinha minúscula do meu DVDezinho. Uma amiga nossa ia lá direto, outros amigos iam estudar, fazer trabalho... Nosso apartamentico estava sempre lotado. A água do chuveiro também não esquentava muito, a da pia para lavar a louça era absuuuurdamente gelada no inverno. O apartamento era bem frio na verdade. Nosso quarto ficava entupido, tinha duas camas e um colchão, duas noites por semana uma querida amiga minha dormia na cozinha porque a prima dela estava lá. Mas era demais.
Tive as melhores disciplinas na faculdade. Uma delas era fundamentos de cozinha, na qual aprendi a fazer brownie. Sexta estava um dia bem propício a brownie, então foi minha diversão da tarde. Segue a receitinha abaixo:
Derreto em fogo baixo 80% de uma xícara de manteiga com 180 gramas de chocolate meio amargo (um pouco menos de uma barra e meia). O cheiro é de chorar de tão bom e a aparência fica bem bonita.
Depois acrescento nesta mistura quatro ovos levemente batidos. Misturo e acrescento 01 xícara e meia de farinha peneirada.
Acrescento em seguida 02 xícaras de açúcar e misturo bem. Fica a seu critério adicionar nozes, castanhas... Normalmente eu faço somente desta forma.
Coloco no forno pré aquecido a 180º C. Assa em cerca de 20 minutos, mas varia conforme o forno. A massa quase não cresce e deve ficar meio cremosa por dentro. Como usei açúcar cristal demerara (foi a primeira vez que usei este açúcar), a lateral ficou um pouco cristalizada, mas de qualquer forma ficou delicioso com café. No calor fica uma delícia acompanhado com uma bola de sorvete de creme.
That's all folks!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Mudar só um pouquinho...
O frio voltou no domingo. Li no Zero Hora que 385.000 pessoas no Rio Grande do Sul são pobres. Se todos morassem em uma só cidade, ficaria somente atrás de Porto e Caxias em termos de número de habitantes. O que fazer? Fiquei muito pensando nisso.
Há pequenas coisas a serem feitas que mudariam muito pouco o fluxo normal de nossas vidas e talvez somadas representariam alguma diferença. Poderíamos, por exemplo, economizar um pouco de energia elétrica e água todos os dias. Em uma cidade do Rio Grande do Sul há racionamento de água cerca 15 horas por dia há meses, para nós economizar um pouquinho de água com certeza não seria um grande esforço. Poderíamos ser um pouquinho mais gentis, desejar bom dia ao cobrador de ônibus, agradecer ao caixa do super mercado, não perder a paciência quando um velhinho atravessa a rua devagar. Poderíamos sorrir mais para as pessoas também, não custa nada, não dá trabalho nenhum. Poderíamos quem sabe separar o lixo, se já jogarmos o orgânico em uma lata e o seletivo eu outra não dará trabalho algum. Poderíamos pensar se realmente é necessário trocar de celular e televisão todos os anos, se fazê-los durar mais seria assim tão difícil. Poderíamos também, ao trocá-los, dar o destino correto aos antigos, ou seja, ou doá-los ou levá-los ao local correto para descarte, não se joga eletrônico em lixo doméstico. Aliás, também não é um super trabalho levar pilhas, baterias, lâmpadas e remédios ao local correto para descarte.
Poderíamos comprar mais coisas a vista e menos no cartão de crédito, colaborar só um pouquinho com a economia do nosso mais e diminuir a porcentagem dos endividados. Aliás, poderíamos pensar um pouquinho antes de comprar certas coisas se realmente precisamos delas. Poderíamos guardar um pouquinho para nosso futuro.
Poderíamos consumir um pouquinho menos de sal e açúcar todos os dias. Poderíamos caminhar um pouquinho, subir algumas escadas, interagir com a cidade. Poderíamos lavar mais as mãos. E com todas estas atitudes, diminuir um pouco a super lotação do sistema de saúde. Quem sabe até começar a gostar de alface? Gastar menos em remédios e mais em alimentos que são bons para nós e para a terra. Quem sabe... Aliás, poderíamos valorizar os produtos orgânicos, os agricultores, o que é produzido localmente. Talvez até trocar alguns "made in China" por "made in Brazil". Seria incrível.
Poderíamos passar um pouquinho menos de tempo alisando celulares, adorando a internet, namorando o videogame, endeusando carros, e um pouquinho mais com seres humanos de verdade, conversar, olhar nos olhos de alguém. Quem sabe fazer elogios no mundo real? É diferente do que no mundo virtual, por incrível que pareça.
Poderíamos gastar mais tempo cuidando de crianças. Poderíamos mostrar a elas que existe todo um mundo longe da televisão, onde se pode jogar futebol, correr no parque, brincar com outras crianças. Poderíamos fazê-las gostarem de banana! Uau, isto seria demais. Poderíamos até quem sabe adotar uma criança? Aliás, poderíamos escutar um pouquinho o que nossos avós têm a dizer. Poderíamos valorizar a sabedoria dos mais velhos. E também escutar o que os mais novos têm a dizer. E que tal gastar um tempinho da semana com amigos de infância? Nada mais feliz.
Poderíamos cozinhar um pouquinho em casa. Pasmem, fazer um molho de tomate e cebola não faz mal a ninguém. Poderíamos desacelerar só um pouquinho, sentir um pouquinho mais de alegria. Poderíamos ser seres humanos só um pouquinho melhores. Talvez o mundo ficaria um pouquinho melhor também.
Finalizo meu post de hoje com minha segunda edição da árvore de Natal!
Wish you a lovely week!
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