Aqui é um lugar de reunir todas as coisinhas que gosto em um só lugar. Crafts, viagens, comidinhas, coisinhas simples e felizes, como café com bolinho recém saído do forno!
Final de semana tão gostoso, cheio de pessoas queridas e passeios lindos! Recebi uma visita tri feliz do meu love no sábado de manhã, sábado à tarde teve chazinho feliz feliz com meus queridos amigos e domingo lindo com Natal Luz... Tudo muito bom! Essa fotinho aí em cima é de lembrancinhas natalinas (embora meu amigo achasse que era uma lasanha natalina, se tratava na verdade de um brownie).
Absolutamente adoro Gramado e no Natal a cidade fica ainda mais linda, se é que isso é possível! Quem tiver a oportunidade não deixe de ir, está tudo tão feliz... Ai ai, quanta alegria.
Bom, não é segredo o quanto adoro as festinhas pequenas, pessoais e singelas. Descobri essa no site Cakies e achei muito linda! Abaixo uma amostrinha dela:
E esse aniversário é do site De Alma e Coração, olhem que coisa mais linda da vida!
Adorei a decoração do sanduíche, um raminho de alecrim! E o bolo, simples e saboroso, como tudo deve ser... Conversei com as gurias deste site por email esses dias, elas são de Portugal! E são tão queridas quanto as decorações que elas fazem.
Ai, eu sou bem gringa em vários aspectos. Mas acho que o que realmente ganha destaque é na hora de comer. Embora eu adore inúmeros tipos de comida, troco qualquer coisa por um prato de polenta mole com muito molho vermelho acebolado, bife e queijo. Ou por um tortéi. Sopa de agnoline então... Dio, como gosto de sopa de agnoline. É engraçado que em São Paulo, tudo que é massa é macarrão. E o que é macarrão de fato para nós não achei por lá. O mais próximo é o penne. Quando estava lá nem me dava conta de como sentia falta de certos temperos que estão em vários pratos nossos e lá não há o costume de usá-los, como cebolinha, salsinha, sálvia, alecrim... Fui morar sozinha antes de realmente aprender os truques e o valor da comida de casa, da vó... E a preciosidade dos cheios de molho de cebola, de manjericão, do alho poró... Nem direito o molho de cebola não sabia fazer direito. Agora corro para tirar o atraso, para aprender tudo o que é possível. Bah, minha mãe faz um frango com cebola e alho poró que me emociona. Hoje fui na vó, ela fazia galeto com batata, sálvia e alecrim... Dio, I die and went do heaven. Mas o que está agora me tentando e em breve fará a minha alegria é esse meu prato aí embaixo. Ai ai, que fome. A todos desejo um almoço tão feliz quanto o meu!
A Época desta semana anuncia na capa: Coma menos, fale menos, beba menos, gaste menos, viva mais. A receita é bem simples: crianças com auto controle tendem levar uma vida com mais qualidade e mais alegria. A incidência de obesidade e vícios em drogas é menor. Ou seja, ensiná-los a resistir a alguns de seus impulsos traz bons resultados para o futuro. Um dos exemplos mais engraçados é de crianças que resistiram a marshmallows em uma sala fechada e acabaram se tornando adultos mais equilibrados.
Não se aplica somente em relação a comida e substâncias químicas, mas também ao Facebook, ao celular, aquela compra que é "super necessária", mas que depois acaba ficando esquecida no armário. Cada vez mais brasileiros assumem mais dívidas, o que acarreta em consequências realmente sérias que não passam pela nossa cabeça, como famílias desfeitas e o aumento da violência doméstica. Hoje, um senhor entrevistado no Mais Você disse uma frase sensacional sobre a tecnologia: "ela aproxima quem está longe, mas distancia quem está perto". Perde-se a proximidade real em prol da atualização da "vida virtual". Enfim, diversas razões pelas quais não devemos ceder a todas nossas supostas necessidades.
Por falar em tecnologia, ontem vi algo totalmente contrário à ela que tocou meu coração ontem. Embora eu sempre tenha adorado matemática, tinha uma dificuldade danada em aprender a multiplicar. Todo resto me fazia sentido, mas essa operação era tão difícil... Minha vó foi professora por muitos anos e, quando casou com meu vô, ele inventou vários joguinhos e artifícios para facilitar a compreensão dos alunos. Um deles foi um bingo matemático, coisa mais fofa. Com esse joguinho meu vô me ensinou a mágica da multiplicação. É engraçado, mas depois de algo tão simples ficou infinitamente mais fácil para mim entendê-la. Ontem eu achei esse joguinho. É engraçado como às vezes a gente sente falta de coisas sem nem sequer lembrar delas...
Mais coisinhas natalinas. Esses dois eu fiz com moldes que comprei na feira de Patchwork de Gramado. Bem rápido e bacana de fazê-los.
Gostei particularmente da ovelhinha. Adoro as ovelhas. Não dá para não sorrir diante das carinhas redondas e amigáveis delas.
E essa é uma árvore linda que está servindo de área de descanso para vários pássaros na casa da minha vó. Em função da hortinha na casa dela aprendi uma receita de controle natural de pragas. Para quem tiver horta ou flores em casa, a dica é bem simples. É preciso picar e amassar uma cabeça de alho e duas pimentas vermelhas. Dissolver 25 gramas de sabão de coco em 02 litros de água quente e juntar o alho e as pimentas. A mistura deve ser esfriada e coada em um pano fino. Depois é só aplicar! Facílimo! Ainda não testei, mas adorei a ideia de não usar agrotóxico para deixar os bichinhos longe.
No final de semana passado um acidente de carro trágico aconteceu no Centro da cidade. Interrompeu a vida de 03 rapazes e o quarto está no hospital. Eles estavam em altíssima velocidade, perderam o controle e... Bem, desnecessário dizer o resto. As vítimas eram rapazes jovens, acredito que de famílias humildes, que vieram a Caxias e começaram a trabalhar na metalurgia, se não me engano. Estávamos conversando sobre isso, uma amiga minha e eu, ela expôs um ponto de vista da qual eu não havia pensado: em nossa sociedade cujo consumo e aparência são super valorizados, esses guris sozinhos com dinheiro em uma cidade razoavelmente grande se sentem "deslumbrados" pela possibilidade de chamar atenção, de conseguir "coisas" que até então não tinham possibilidade de obter. É difícil julgá-los, por este ponto de vista. É claro que não concordo em alguém dirigir a 152 km em uma avenida como a Julho de Castilhos, é suicídio. Mas talvez nossa sociedade esteja criando um pouco essas situações.
Em um mundo ideal, todos são educados em estruturas familiares sólidas, amorosas e com valores. Não sucumbem a comerciais vazios sobre a importância de se ter um carro de luxo para uma vida bem sucedida, roupas de marcas caríssimas e novidades tecnológicas a todo momento para alcançar a felicidade. Não se entregam a pressão alheia para manter um determinado comportamento. Pensam mais no que importa realmente do que em uma vida repleta de dívidas e frivolidades para atender um suposto padrão ideal de vida.
Um amigo querido uma vez me disse que tem bem claro em sua consciência as pessoas para quem ele deve explicação e consideração. Gilmar Marcílio, em sua coluna do Pioneiro deste final de semana, disse que uma das melhores coisas em se alcançar a maturidade é se livrar de tudo que é excesso, tudo o que sobra, tudo o que se acumula sem necessidade. Provavelmente essas são as duas questões chave para evitar acidentes como este que aconteceu no final de semana passado. É claro, estou somente supondo de fora, não conheço realmente nenhuma das vítimas e sei muito pouco sobre as suas histórias. Mas pessoas que conseguem levar a vida de forma equilibrada, com princípios sólidos, provavelmente não terão problemas em tomar as melhores decisões, em avaliar o que realmente é importante e o que é apenas superficial. Claro que esse é um conceito que varia muito, quem sou eu para defini-lo. Mas é algo para se pensar.
Ontem no Jornal do Almoço passou uma matéria sobre os bugios que estão invadindo o centro de São Borja, cidade do interior do Rio Grande do Sul. Em função do desmatamento os macaquinhos não conseguem mais encontrar comida na natureza, então partem para a cidade. Achei o máximo um senhor que dá bananas a duas bugias de manhã e à tarde. Ele diz que elas já contam com isso, já passam na sua banquinha de jornal em dois momentos do dia para saciarem sua fome. Afirma, ainda, que qualquer um faria isso pelas macaquinhas. Não, não é qualquer pessoa que faria isso por elas. Mas é muito bom que alguém faça.
Vazamentos de óleo no oceano são um grande problema ambiental, isso todos sabem. O que é novidade é que na Itália donos de uma tecelagem perceberam que a lã produzida por eles, além de servir para a confecção de roupas, também é capaz de absorver grandes quantidades de óleos do mar. A notícia publicada na revista Galileu deste mês me surpreendeu. A lã absorve o óleo e repele a água, o que é fundamental noz vazamentos que acontecem no mar. A empresa precisou somente criar uma versão mais resistente do que a usada para ternos. Foram aplicados alguns produtos químicos na lã, que consegue absorver 10 vezes o seu peso em petróleo. E ela é reutilizável. Sensacional.
Bom, mudando totalmente de assunto, hoje dou uma dica para quem quer manter as traças longe do armário: fazer saquinhos com cravos. Fácil, sem substâncias danosas a nós e ao ambiente e, de quebra, deixa o roupeiro cheirando bem. Essa foi minha produção de ontem.
Ontem fiz também mais dois portas papel higiênico (difícil concordância desta expressão). Eu sei, não tem nenhum uso prático, mas o papel higiênico fica tão bonitinho!
Ontem tirei tudo do meu roupeiro, limpei todinho ele por dentro, deixei ventilar várias coisas no sol, coloquei coisas para doar, outras coloquei para lavar, dobrei tudo novamente e guardei arrumadinho. É claro que na metade do caminho me deu uma preguiça danada e uma tremenda vontade de continuar outro dia (e é claro que se eu deixasse para continuar outro dia eu nunca iria continuar). Mas depois deu uma sensação tão boa... Acredito em algumas teorias de feng shui, e essa é uma das que acredito: não faz bem deixar energia parada. Dar destino a tudo que não se usa mais, desapegar do que não é necessário, manter tudo limpinho... Ai, é uma sensação tão bacana! Depois fiquei admirando orgulhosa ao meu trabalho. Tri bom!
Também é maravilhoso começar a vestir a casa para o Natal. Tem coisa melhor? Ai ai, eu adooooro!
Agora vou curtir a chuvinha gostosa que cai lá fora. See you!