quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Eba eba eba! Sol e 500 acessos!

O sol voltou! Muitos duvidaram que isso seria possível depois de dias e dias de nebulosidade, cerração e chuva, mas apesar do que todos pensavam ele voltou! (Exercício do meu lado drama queen!) Exageros a parte, hoje está um dia liiiiindo. Até os pássaros estão felizes, o que também deixa o gato gordo do prédio em frente ao meu também feliz, já que eles voam bem pertinho dele. O gato gordo é sensacional. Ao contrário dos dois gatos do apartamento abaixo ao dele, ele só aparece na janela esporadicamente. Acho que como ele é mais gordinho, ele não consegue subir no parapeito sozinho. Apesar que um dos gatos do apartamento de baixo também é bem gordo. Enfim... Um dos pequenos mistérios da humanidade.

Este clima de sol e o fato de que meu blog teve 500 acessos (SIM SIM SIM, 500!!!! UHU!!!!) me deram vontade de fazer moranguinhos. Eles ainda não estão beeeeem estruturados, mas estão melhorando aos pouquinhos. Bom, vocês mesmo podem avaliá-los.

 Também comecei um novo projetinho, uma fronha para meu querido pai. Abaixo o andamento dela no presente momento.

Encerro com um texto super leve de autoria desconhecida que é extremamente delicado. E na minha vida sempre foi muito verdadeiro. To all, enjoy the sun!


Perguntaram a uma menina de nove anos,
o que ela gostaria de ser quando crescesse.
Ela respondeu: -Eu gostaria de ser avó!

Ao ser interrogada sobre o porquê dessa ideia,
ela completou:
-Porque os avós escutam, compreendem.
E, além do mais, a família reúne-se toda na casa deles.
E a menina continuou:
-Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos.
Ela gosta dos filhos dos outros.

Um avô leva os meninos para passear e
conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos.
Os avós não fazem nada,
e por isso podem ficar mais tempo com a gente.

Como eles são velhinhos, não conseguem rolar pelo chão ou correr.
Mas não faz mal. Levam-nos ao shopping e deixam-nos
olhar as vitrines até cansar.
Na casa deles tem sempre um vidro com balas
e uma lata cheia de suspiros.

Eles contam histórias do nosso pai ou nossa mãe
quando eram pequenos,
histórias de uns livros bem velhos com umas figuras lindas.
Passeiam conosco mostrando as flores,
ensinando os seus nomes, fazendo-nos sentir
o seu perfume.

Avós nunca dizem "depressa, já pra cama" ou
"se não fizer logo vai ficar de castigo".
Quase todos usam óculos e eu já vi uns tirando os dentes
e as gengivas.

Quando a gente faz uma pergunta, os avós não dizem:
"menino, não vês que estou ocupado ?"
Eles param, pensam e respondem de um jeito
que a gente entende.
Os avós sabem um bocado de coisas.
Eles não falam com a gente como se nós
fôssemos bobos. Nem se referem a nós com
expressões tipo "que gracinha"!,
como fazem algumas visitas.

O colo dos avós é quente e fofinho,
bom de a gente sentar quando está triste.
Todo mundo deveria tentar ter um avô ou uma avó,
porque são os únicos adultos que têm tempo para nós.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Coisinhas inspiradoras


Não gosto muito de festas grandes. Quando leio de um casamento ou aniversário com 200 convidados não consigo evitar o pensamento que é impossível que alguém goste de tantas pessoas. Ou que tantas pessoas gostem de ti. E que toda essa população saia satisfeita. A mim parece uma produção massiva de mega eventos, onde há quase uma competição de efeitos visuais e o objetivo principal fica enterrado em um cardápio rebuscado. Que, aliás, raramente me parece apetitoso de verdade. E na maior parte das vezes quem está oferecendo a festa mal consegue aproveitá-la.

Contudo, acho uma graça festinhas pequenas e pessoais, cheios de toques que façam parte da realidade dos envolvidos. Gosto de ambientes em que seja possível conversar, comer, rir, tudo com calma e de verdade. Acho lindo quando as pessoas queridas se envolvem no preparo do eventinho. E que possam compartilhá-lo com quem realmente importa.


Achei estas fotos no site http://www.thesweetestoccasion.com e achei uma graça este aniversário infantil.


Enfim... Não há como ser mais especial do que isso, não há como ter mais amor no meio de um aniversário do que todo este envolvimento. Achei super inspirador.


Outra coisa muito legal que vi hoje no Mais Você foi uma moça carioca que foi morar sozinha. Como as coisas eram muito caras, ela começou a reciclar itens que eram jogados fora. Ela fez umas coisas muito lindas, adorei vários dos móveis que ela ressuscitou. Um exemplo do "reduce, reuse and recycle" que tanto escutei no Earth Day e deixam uma casa linda e original.

Well, to all a nice rainy day!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Diversos assuntos...


Acho que há pessoas que são iluminadas. Semana passada achei emocionante a imagem dos pinguins voltando ao mar após serem tratados em Rio Grande. Eles foram tratados após serem encontrados debilitados e sujos de óleo a caminho da Patagônia. Ainda bem que existem estas pessoas que se doam a causas maiores que elas. Caso contrário, já teríamos perdido ainda mais do que já perdemos do mundo. Boa sorte a estes mocinhos.

Este final de semana li também sobre o aniversário de 30 anos do grupo teatral Miseri Coloni. Eles se uniram para que o preconceito contra a imagem do colono diminuísse. Acho isso tão irônico, algumas pessoas sentem tanto orgulho de suas raízes italianas e vergonha dos colonos. A maior parte dos italianos que vieram para cá estavam em uma situação precária, caso contrário teriam ficado na Itália. Os colonos, no entanto, construíram a base confortável da vida que muitas pessoas levam hoje. Meus avós nasceram na colônia. Eles me ensinaram muito, e muito deixei ainda de aprender.

Sou bisneta de um alemão, que fugiu de uma Alemanha precária para uma vida melhor no Brasil. Ele morreu em decorrência a precariedade de seu país em uma época difícil. Devido a isso, minha bisavó não deixava meu pai sair da mesa enquanto ele não tivesse terminado o prato. Ele me conta que às vezes pegava no sono, mas a Sra. Beatriz (meu nome é uma homenagem à ela) não permitia que ele levantasse. Minha vó mesmo nunca cedeu aos meus apelos para pular a vagem na hora do almoço. Também ela foi criada em uma realidade em que tudo era aproveitado, em que por mais confortável que fosse a situação de sua família, todos tinham seus afazeres e noções do trabalho que havia por trás de uma mesa de comida, por exemplo.

Sinto me deprimida ao ver estas crianças mimadas em shoppings que exigem doces de seus pais antes do almoço, depois desperdiçam mais da metade de um prato de comida. Tantas famílias já em Caxias vivem em condições de extrema pobreza e os pais não conseguem ensinar aos seus pimpolhos a importância social e nutricional de comerem até o fim, de comerem direito, de comerem o raio do alface.

Não acho que a solução para os problemas seja viver no passado, mas talvez não custe resgatar um pouco os valores de pessoas que sofreram para que as gerações futuras pudessem ter mais conforto. Dei somente um exemplo que acredito ser bastante presente, mas há outras tantas lições que estamos deixando para trás. Tchau Nanetto Pipetta.


Por fim, tive uma experiência deliciosa neste sábado. Minha vó, minha mãe e eu misturamos algumas receitas de Croque Monsieur e criamos a nossa. Bah, devo dizer que minha vó faz the best molho branco ever. O resultado final foi este! E a nossa receitinha personalizada segue abaixo. To all, a wonderfull week!


Molho branco:
Ingredientes: Cerca de 100 gramas de manteiga sem sal, 01 cebola, cerca de 700 ml de leite, 02 colheres (sopa) de farinha de trigo, 01 caldo de galinha.

Derreter a manteiga em fogo baixo. Refogar a cebola quando a manteiga já estiver derretida. Acrescentar o caldo de galinha e deixar no fogo até tudo dourar. Colocar estes ingredientes no liquidificador com parte do leite.

A outra parte do leite será utilizada para dissolver a farinha. Esta mistura também deve ser colocada no liquidificador. Bater tudo até ficar com a consistência líquida.

O molho deve ser levado de volta ao fogo baixo e mexido de vez em quando. Para ficar mais líquido ou mais consistente, adicionar mais leite ou farinha. Adicionar uma pitada de sal. Quando estiver quase pronto, acrescentar ao molho queijo parmesão ralado.

Para a montagem do sanduíche, coloquei uma fatia de pão, passei um pouco de mostarda de Dijon (pouco, pois ela é picante), uma fatia de presunto e uma de mussarela de búfala, e repeti a ordem (mais uma fatia de pão com mostarda, uma fatia de presunto e uma de queijo e fechei com uma fatia de pão). Fiz seis sanduíches e cobri com o molho branco e um pouco de queijo ralado. Coloquei no forno em fogo baixo por cerca de 40 minutos, até que o molho ficasse dourado. E ficou delicioooooooso. Minha próxima tentativa será com peito de peru.  Receita fácil e aprovadíssima!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Sweet

Ontem minha fronha ficou pronta. O resultado da mocinha está aí embaixo! 


Ontem ganhei uma revistinha da Magali. Adoro Turma da Mônica. Quando eu era criança tinha alguns momentos semanais extremamente felizes: entre outros, dois deles eram comer pizza, tomar refri e ver filme na sexta feira à noite e ler uma revistinha nova da Turma da Mônica. Coisas que me remetem a muitas lembranças infantis boas. Claro, eu tenho meu cérebro de idosa, mas acho que toda criança brasileira devia ler Maurício de Souza e Ziraldo. Eles retratam da melhor forma possível a essência da infância no Brasil. Ou pelo menos o que há de melhor nela. Então, para desejar um bom final de semana a todos, fiquem com uma tirinha da dentuça simpática.



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Bolo de vó

Minha vó tem algumas receitas que acredito que nem ela lembre mais como aprendeu. Uma em particular, de bolo. Bolo de bolo, aqueles bolos que são os melhores de tomar com um café, úmido, com um gostinho de laranja ou limão no fundo. Bonitos, redondos, com um furo no meio, o tipo de bolo que se espera encontrar na casa da vó. Minha vó faz este bolo desde que eu me lembro, talvez até desde que minha mãe se lembra. Meu vô adorava. Eles tinham um ritual: ele ficava roubando pedaços direto do prato do bolo para a boca, minha vó dizia: "Firmino, pega um prato!" Meu vô não pegava, continuava roubando pedacinhos e me olhava dando uma piscadinha, um segredo entre nós. Era a coisa mais engraçada. Toda vez que minha vó fazia bolo a história se repetia.

A receita é bem simples, além de simplesmente perfeita para acompanhar um café da manhã:

Ingredientes:
- 04 ovos,
- Cerca de 3/4 de um tablete de manteiga,
- 01 xícara (chá) de leite morno,
- 01 limão ou laranja (suco e raspas),
- 03 colheres (café) de fermento,
- Cerca de 03 xícaras (chá) de farinha de trigo peneirada.

Bater as claras em neve. Separadamente, bater as gemas com manteiga. Acrescentar o açúcar e continuar batendo até formar um creme claro. Acrescentar o leite, o suco e as raspas do limão ou laranja. Bater até a massa ficar elástica. Ainda com a mistura na batedeira, adicionar aos poucos a farinha. Caso seja necessário, colocar mais leite ou farinha.

Misturar manualmente as claras à massa. Ela ficará um pouco líquida. Distribuir a massa em uma fôrma redonda untada e colocá-la em forno pré aquecido durante cerca de 40 minutos. No inicio do cozimento o fogo deve estar alto, porém é necessário diminui-lo aos poucos em seguida.

Também podemos separar uma parte da massa e misturá-la com 02 colheres de sopa de chocolate em pó. Na fôrma, intercalá-la com a massa branca. Fica tri bom! Enjoy!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

I wish I was Jane Austen's best friend

Ontem terminei de ler o livro Eu fui a melhor amiga de Jane Austen. O livro é uma graça, é uma história infanto juvenil sobre a adolescência da Jane Austen através do diário de uma prima que mora com ela. No final a escritora revela que várias informações do livro são verdadeiras, tiradas de cartas e histórias que a escritora escreveu quando adolescente. Eu confesso que adoro esse mundo de bailes e flertes, as danças super significativas, já que era o contato mais íntimo entre os sexos opostos antes do casamento, todos os protocolos e etiquetas... O que é ainda melhor é lado menos glamouroso desta época, retratado de forma super inteligente pela brilhante de Jane Austen. Veja por exemplo a Sra. Bennet, com seus nervos constantemente atacados (nunca entendi o que as pessoas pensam ser um ataque de nervos) em Orgulho e Preconceito, ela é fenomenal. Enfim... Não conhecia o trabalho de Cora Harrison, mas o livro dela é soooo sweet e delicado.

Esse é meu projetinho da semana. Ele ainda está bem inacabado, mas quando estiver prontinho mostro como ficou.

Hoje dia lindo! Até a hortinha nos fundos do meu prédio está feliz com o dia bonito! Enjoy!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Chelsea Market

New york tem um lugar sensacional chamado Chelsea Market. Adotei o como um dos meus lugares favoritos, porque quando entrei lá fiquei ultra mega muito tri empolgada. Era uma fábrica de biscoitos Oreo que foi transformado em um centro gastronômico. Porém, o que é muito bacana é que são tudo lojas e restaurantes pequenos que favorecem produtos orgânicos e produzidos localmente. O "local growth" começou a ser altamente valorizado em NY. E no Chelsea Market a maior parte dos alimentos são de produtores locais.

Um dos lugares mais legais lá é a Fat Witch Bakery, que é um lugar minúsculo, super cute, e especializado em brownies. Além dos bolinhos, eles tem pequenos sachês de chás, chocolates e cafés, com um adesivo da Fat Witch. Tudo no raciocínio acima, de produtos orgânicos e locais. Além disso, eles tinham as dicas para o Earth Day, Dia da Terra, da Fat Witch. Como estava atrás da vitrine, não saiu totalmente nítida a foto, mas achei uma graça as dicas da Fat Witch para cuidarmos um pouquinho do ambiente.
Acho uma graça estas formas de sermos bons para o meio ambiente através de algo surpreendente e cheio de carinho. Eu sei que é claro, óbvio e ululante que todas as empresas visam lucros, mas de uma forma super bacana.
Encerro o post de hoje com foto outra lojinha do Chelsea Market, a Elenis, para dar um toque de cor a este dia nublado.