Aqui é um lugar de reunir todas as coisinhas que gosto em um só lugar. Crafts, viagens, comidinhas, coisinhas simples e felizes, como café com bolinho recém saído do forno!
terça-feira, 5 de junho de 2012
Flores e frio
Eu levo um tempão confeccionando um cartão, uma caixinha, qualquer coisa envolvendo papel. Olho, mudo, olho, adiciono, olho again, retiro. Ontem tentei com um furador numa caixinha rascunho fazer o detalhe da tampa da primeira caixinha, adorei o resultado e fiz na tampa "oficial" também. Mas achei a parte de cima tão vazia... Fiz uma flor, fiz a segunda flor, coloquei uma sobre a outra. Gostei, mas ainda faltava um miolo. Olhei para minha caixa de costura, vi os botões de flor olhando para mim, resolvi tentar, deu certo! Gostei tanto que fiz o mesmo na outra caixinha, a da segunda foto.
Chegou o frio! Quando estávamos na escola, nos dias bem frios e ensolarados o melhor programa era passar o recreio "lagarteando" e conversando. Ontem vi uma notícia que na minha antiga escola, os alunos se reuniram para arrecadar agasalhos para campanha de doação. O que aquece não somente as pessoas, mas também o mundo, com um pouquinho de esperança.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Memórias futuras
Há tanta beleza em todo lugar. Frequentemente ela está escondida atrás do cansaço, da intolerância, de tanta poluição e barulho, mas ela está ali. Li uma frase bem bacana recentemente: "Crie filhos em vez de herdeiros. Se você criar filhos, eles saberão o valor das coisas e não o preço delas."
Uma das melhores memórias que tenho da minha casa era de meus pais e eu no domingo, jogando "Nem bombom nem chiclete, é papa espaguete" e tomando Fanta. Outra de que sinto muita saudade é com minha prima, quando ela dormia na minha casa e nós passávamos horas e horas montando quebra cabeças. Lembro com um carinho imenso de quebrar cascas de nozes com meu vô, para um doce que a vó fazia. Eu mais comia do que quebrava de fato, mas era divertidíssimo. Lembro de uma amiga querida e eu organizando uma festinha surpresa para uma amiga carioca. Nós queríamos fazer um clima romântico e, para isso, enchemos o salão de balões vermelhos. Só que não conseguíamos enchê-los sem cair na risada por causa de nossas bochechas cheias de ar. Ficamos enchendo os balões de costas, aí ríamos por causa do barulho.
Torço que as notícias futuras também tragam aumento de memórias, de sentimentos, de coisas boas, não somente de poder aquisitivo. Torço que haja sempre carinho, que todos tenham histórias para contar, que o barulho na rua não seja somente de carros e músicas bregas, mas também de risadas e conversas. Espero que haja cada vez mais filhos e cada vez menos herdeiros.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Bolos e vós
Meu vô adorava o bolo da vó. Consigo ainda escutá-los, quando paro para pensar, o vô pegava um pedaço e saía andando com ele, a vó dizia "pai, pega um prato!" (ele fazia uma trilha de farelos). Depois ele pegava mais um pedaço, fazia uma conchinha com a mão para segurar os farelos e fazia um sinal de silêncio para mim, para que eu não contasse para vó que ele estava comendo novamente sem prato, com cara de moleque. Era tri engraçado. Inúmeras vezes essa cena aconteceu, toda ocasião eu me divertia.
Ontem fiz um bolo com minha vó, um bolo que sábado o Anonymus Gourmet ensinou. Nada como a sabedoria das avós para nos ensinar a fazer um bolo. Elas sabem o quanto bater, o momento certo de adicionar os ingredientes, de tirar o bolo do forno. Que bom que Deus inventou as avós.
Segue a receita.
Bolo Tudo de Laranja
Ingredientes: 02 laranjas, 04 ovos, 01 xícara de óleo, 02 colheres (sopa) de fermento químico, 04 xícaras de farinha de trigo, 03 xícaras de açúcar (usei o demerara orgânico), 02 xícaras de açúcar de confeiteiro, suco de meia laranja (na próxima vez usarei da laranja inteira).
Corte as laranjas em pedaços, retirando a parte branca do interior, e bata no liquidificador (as cascas ficam).
Acrescente os ovos, o açúcar e o óleo à laranja triturada e bata até formar uma mistura homogênea.
Passe a farinha e o fermento por uma peneira e misture bem. Aos poucos, junte a mistura batida no liquidificador e mexa bem. Bata a massa a mão até borbulhar.
(Pequeno comentário: a bacia da foto tem mais de 50 anos! E a fôrma de bolo que aparecerá daqui a pouco também.)
Despeje a massa numa fôrma redonda untada com óleo e açucarada (eu untei com óleo e farinha mesmo). Leve ao forno médio (200ºC) preaquecido por, em média, 40 minutos (no forno da vó precisaria ter ficado uns 45 minutos, varia conforme o forno). Desenforme ainda morno.
A caldinha é a mistura do suco da laranja com o açúcar do confeiteiro, fica cheirosa e com a aparência acima. Cubra o bolo com ela e that's it! Mangia che te fa bene! (Não sei se escreve assim, sorry.)
Ontem fiz um bolo com minha vó, um bolo que sábado o Anonymus Gourmet ensinou. Nada como a sabedoria das avós para nos ensinar a fazer um bolo. Elas sabem o quanto bater, o momento certo de adicionar os ingredientes, de tirar o bolo do forno. Que bom que Deus inventou as avós.
Segue a receita.
Bolo Tudo de Laranja
Ingredientes: 02 laranjas, 04 ovos, 01 xícara de óleo, 02 colheres (sopa) de fermento químico, 04 xícaras de farinha de trigo, 03 xícaras de açúcar (usei o demerara orgânico), 02 xícaras de açúcar de confeiteiro, suco de meia laranja (na próxima vez usarei da laranja inteira).
Corte as laranjas em pedaços, retirando a parte branca do interior, e bata no liquidificador (as cascas ficam).
Acrescente os ovos, o açúcar e o óleo à laranja triturada e bata até formar uma mistura homogênea.
Passe a farinha e o fermento por uma peneira e misture bem. Aos poucos, junte a mistura batida no liquidificador e mexa bem. Bata a massa a mão até borbulhar.
(Pequeno comentário: a bacia da foto tem mais de 50 anos! E a fôrma de bolo que aparecerá daqui a pouco também.)
Despeje a massa numa fôrma redonda untada com óleo e açucarada (eu untei com óleo e farinha mesmo). Leve ao forno médio (200ºC) preaquecido por, em média, 40 minutos (no forno da vó precisaria ter ficado uns 45 minutos, varia conforme o forno). Desenforme ainda morno.
A caldinha é a mistura do suco da laranja com o açúcar do confeiteiro, fica cheirosa e com a aparência acima. Cubra o bolo com ela e that's it! Mangia che te fa bene! (Não sei se escreve assim, sorry.)
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Extremos
A cidade está cheia, todos estão com pressa. Carros em todo lugar, brigas por uma vaga de estacionamento. Sair da faculdade é um suplício, uma lição de paciência diária. O final do dia é uma luta; buscar uma criança na escola, uma amostra de falhas de caráter. Faixa de segurança? Mera sugestão. As pessoas esquecem que um dia ficarão velhinhas, com um pouco de sorte, e precisarão de ajuda, de calma, que será necessário atravessar a rua (porque dificilmente alguém dirige até o final da vida).
Ambição que leva alguém a passar por cima de outro ser humano. A intolerância que faz ignorar as situações ao redor. Esquecemos que lidamos com outros seres humanos, que também têm alma, assim como nós (apesar que há quem esqueça de sua própria alma). A miséria aumenta na cidade. Escolhas, escolhas. As pessoas fazem as escolhas erradas, as escolhas fáceis. Mas penso também que, às vezes, falta um carinho, um abraço, humanidade, para que essa pessoa tivesse escolhido outro caminho. Talvez alguém que lhe desse atenção mudaria seu destino. Mas todos temos pressa.
Paralelo a isso, vejo que há esperança. Há senhores idosos que andam de bicicleta, que espalham bom astral e histórias boas, que esbanjam saúde e invenções. Há pessoas que abrem mão de seu conforto em prol de uma nova vida que já inicia de forma difícil, que começa com ainda mais percalços que o "normal". Há quem passe a noite em claro cuidando de um bichinho que está em extinção, que perdeu a mãe, que precisa ser alimentado. Há quem passe as madrugadas alimentando mendigos, há quem dedique a vida à saúde de quem não tem nenhuma esperança, há quem vá aos lugares mais difíceis para realizar um salvamento. Há quem se doe, nas inúmeras formas possíveis.
Escolher por um caminho ou outro normalmente começa em casa. A gentileza e o egoísmo costumam ser ensinados. As crianças enxergam diariamente os comportamentos e provavelmente irão repeti-los. Há exceções, é claro. Mas em todo caso, vamos espalhar a gentileza? Espero que tu que me lês a receba e a espalhe por todo canto.
Mudança total de assunto: semana passada fiz risoto de abobrinha (sucheti chamamos por aqui, não faço a menor ideia como se escreve). Bem bom e a abobrinha rende bastante, então fiz uma salada bem simples com o que restou dela. Piquei abobrinha e tomate, refoguei em um pouco de azeite de oliva e acrescentei aceto balsâmico. Temperei só com orégano. Bem gostoso o resultado final. Numa próxima vez vou usar berinjela e alecrim também.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Consciência
Em sua coluna no domingo passado no Jornal Pioneiro, Gilmar Marcílio escreveu algo do tipo: Esvaziem suas casas e encham suas mentes. A frase não foi exatamente essa e não foi com sentido literal. Na verdade ele se referia ao aumento do poder aquisitivo pelo povo brasileiro, que gerou um crescimento desenfreado no consumo pelo material, enquanto o cultural é colocado em segundo plano. É claro que o consumo é importante, ele faz a economia girar, gera empregos, melhora o país. Mas é preciso de vez em quando um certo questionamento. Será que realmente preciso de tanta coisa? E as consequências que tudo isso traz? Além do endividamento da população e da inadimplência, que afetam diretamente a economia de um país (não só a economia, até mesmo a superlotação do sistema público de saúde é a consequência da nossa falta de educação financeira).
Acredito que seria importante ensinar as crianças nas escolas, desde sempre, sobre estes dois tópicos: educação financeira e consumo consciente, para que tenham bons hábitos desde o início da vida. Crianças são boas disseminadoras de informação, elas costumam levar para casa o que aprendem na escola, espalhar o aprendizado. Sou de uma cultura em que é importante ter uma reserva financeira "para os dias de chuva", já percebi em inúmeras situações o quanto realmente ela se faz necessária.
O volume de lixo descartado de maneira incorreta é outra péssima consequência do excesso de consumo inconsciente. Hoje de manhã no noticiário um dos assuntos foi sobre o lixo eletrônico no Brasil, um dos maiores produtores mundiais desse tipo de lixo.
Com o crescimento desenfreado de Caxias nem sei em quantas vezes o volume do que é descartado aumentou. Porém aqui ainda é feita a coleta seletiva do lixo, os catadores de material reciclável são cadastrados pela prefeitura, vemos várias pessoas que utilizam suas sacolas retornáveis em super mercados, existem boas práticas de maneira geral. Não é o suficiente, porém é um início.
Falta também consciência da origem do que é consumido. Poucas vezes valorizamos o que é local, o que é nosso, ou mesmo matérias primas que sejam de fontes corretas. Isso reflete diretamente nos empregos, no ambiente, na auto estima de uma cultura de maneira geral. Quando eu estudava em Canela, vários colegas tinham famílias ligadas ao setor calçadista, que costumava ser muito forte no Rio Grande do Sul. Com o aumento absurdo do consumo de produtos chineses, aumentou o desemprego e a violência nas cidades que antes giravam em torno dos calçados. Esse é só um exemplo em milhares, que frequentemente as pessoas não percebem na hora de adquirir um produto.
Consciência é a palavra chave, consciência na hora de educar crianças para serem consumidores que pensem, que tenham noção do quanto suas escolhas afetam a sociedade e o ambiente. Consciência na hora do descarte de lixo, consciência na hora de fazer uma dívida, consciência que nosso comportamento reflete diretamente no futuro do planeta.
Mudando de assunto, sexta fiz uma aula muito bacana, de caixas quadradas, no Armazém Art & Tecidos. Adorei, foi uma aula muito bacana, a profe e as colegas tri queridas, uma injeção de alegria! E o resultado final nas fotinhos!
That's all folks.
Acredito que seria importante ensinar as crianças nas escolas, desde sempre, sobre estes dois tópicos: educação financeira e consumo consciente, para que tenham bons hábitos desde o início da vida. Crianças são boas disseminadoras de informação, elas costumam levar para casa o que aprendem na escola, espalhar o aprendizado. Sou de uma cultura em que é importante ter uma reserva financeira "para os dias de chuva", já percebi em inúmeras situações o quanto realmente ela se faz necessária.
O volume de lixo descartado de maneira incorreta é outra péssima consequência do excesso de consumo inconsciente. Hoje de manhã no noticiário um dos assuntos foi sobre o lixo eletrônico no Brasil, um dos maiores produtores mundiais desse tipo de lixo.
Com o crescimento desenfreado de Caxias nem sei em quantas vezes o volume do que é descartado aumentou. Porém aqui ainda é feita a coleta seletiva do lixo, os catadores de material reciclável são cadastrados pela prefeitura, vemos várias pessoas que utilizam suas sacolas retornáveis em super mercados, existem boas práticas de maneira geral. Não é o suficiente, porém é um início.
Falta também consciência da origem do que é consumido. Poucas vezes valorizamos o que é local, o que é nosso, ou mesmo matérias primas que sejam de fontes corretas. Isso reflete diretamente nos empregos, no ambiente, na auto estima de uma cultura de maneira geral. Quando eu estudava em Canela, vários colegas tinham famílias ligadas ao setor calçadista, que costumava ser muito forte no Rio Grande do Sul. Com o aumento absurdo do consumo de produtos chineses, aumentou o desemprego e a violência nas cidades que antes giravam em torno dos calçados. Esse é só um exemplo em milhares, que frequentemente as pessoas não percebem na hora de adquirir um produto.
Consciência é a palavra chave, consciência na hora de educar crianças para serem consumidores que pensem, que tenham noção do quanto suas escolhas afetam a sociedade e o ambiente. Consciência na hora do descarte de lixo, consciência na hora de fazer uma dívida, consciência que nosso comportamento reflete diretamente no futuro do planeta.
Mudando de assunto, sexta fiz uma aula muito bacana, de caixas quadradas, no Armazém Art & Tecidos. Adorei, foi uma aula muito bacana, a profe e as colegas tri queridas, uma injeção de alegria! E o resultado final nas fotinhos!
That's all folks.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
I love Lucy - and old things...
Tenho o cérebro de uma senhora de 80 anos. Meu pai diz que há algo da bisavó dele (a Beatriz I, como brinca um querido amigo) na minha personalidade. Adoro as escritoras antigas e detalhistas, como Aghata Christie e Jane Austen, e seus dramas sociais, os filmes em preto e branco com nomes dramáticos, do tipo "Nunca te vi, sempre te amei" e seus diálogos emocionantes. Adoro os vestidos rodados e eletrodomésticos arredondados e coloridos. As danças, como no filme Orgulho e Preconceito, cheias de significado e sutilezas. Os bailes, os olhares, as paisagens, os ritos sociais, os hábitos. Acho lindo ver tudo o que as pessoas sabiam fazer, tantos conhecimentos já perdidos. Claro que há vários aspectos negativos por trás de tudo isso, mas admiro muito o que há de bonito e passa despercebido.
Comecei assistir I Love Lucy há muito tempo e, desde a primeira vez, admirei muito o talento dela. Ela é incrivelmente engraçada sem fazer esforço, completamente espontânea. O casamento dela com Ricky Ricardo e a amizade com Ethel e Fred tornam cada episódio melhor que o outro. Encontrei este vídeo de uma apresentação da Ethel e da Lucy, perfeito para uma sexta feira. No final acho que há uma homenagem de uma amiga para outra, mas de qualquer forma vale a pena pela dança das duas. That's all folks.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Cores e Invenções
Minha vó era maestra, era professora; e meu vô, quase um inventor. Ela não tinha muitos recursos nas escolas em que dava aula, então ele inventava várias artefatos e joguinhos para que ela pudesse usar nas suas explicações.
Eu gostava de Matemática, sempre gostei. Mas por alguma razão não conseguia entender a tabuada. Bah, ela parecia tão difícil e sem sentido para mim. A vó tinha um bingo "matemático", um dos artefatos que eles criaram para suas aulas, e com ele meu vô me ensinou. De repente, todas as multiplicações ficaram claras, de forma simples e carinhosa. O vô não estudou muito. Quem era criado na colônia tinha outras prioridades, acho que a escola ficava sempre em segundo plano. Mas ele tinha uma sabedoria toda especial.
Essas lembranças voltam às vezes, de maneira inesperada. Uma das melhores criações de Deus, os avós.
A caixinha da foto foi minha invenção, encomenda da minha mãe. E a produção artesanal de hoje foi risoto de abobrinha. Comemos pela primeira vez risoto de abobrinha na casa do meu primo, em São Paulo, que cozinha muito bem. Foi na casa dele que conheci shimeji, que tem uma aparência bem feia mas é uma delícia.
De qualquer forma, hoje fiz uma versão do risoto dele, porém com mais ingredientes: alho poró, cenoura, palmito, tomate, mussarela de búfala, manjericão... Hum, vários cheirinhos bons.
Eu gostava de Matemática, sempre gostei. Mas por alguma razão não conseguia entender a tabuada. Bah, ela parecia tão difícil e sem sentido para mim. A vó tinha um bingo "matemático", um dos artefatos que eles criaram para suas aulas, e com ele meu vô me ensinou. De repente, todas as multiplicações ficaram claras, de forma simples e carinhosa. O vô não estudou muito. Quem era criado na colônia tinha outras prioridades, acho que a escola ficava sempre em segundo plano. Mas ele tinha uma sabedoria toda especial.
Essas lembranças voltam às vezes, de maneira inesperada. Uma das melhores criações de Deus, os avós.
A caixinha da foto foi minha invenção, encomenda da minha mãe. E a produção artesanal de hoje foi risoto de abobrinha. Comemos pela primeira vez risoto de abobrinha na casa do meu primo, em São Paulo, que cozinha muito bem. Foi na casa dele que conheci shimeji, que tem uma aparência bem feia mas é uma delícia.
De qualquer forma, hoje fiz uma versão do risoto dele, porém com mais ingredientes: alho poró, cenoura, palmito, tomate, mussarela de búfala, manjericão... Hum, vários cheirinhos bons.
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